quarta-feira, 27 de junho de 2012

André, Luciana, Fernanda e Lucas

Um comentário:

  1. Esta "autonomia de criar e disponibilizar informação" da internet como ferramenta política citada por vocês aumentou muito depois que a internet se popularizou e a maioria dos telefone passou a ter camêras fotográficas e gravar vídeos.

    Qualquer pessoa que tenha em mãos um celular pode usá-lo quando desejar, inclusive quando presenciar algo de interesse público. E pode facilmente disponibilizar o vídeo na internet para quem quiser ver, atingindo um alcance muito grande. Ainda em caráter de exceção, pessoas que estão longe dos emissores de informação e geralmente recebem as informações pode até sem querer captar algo relevante.

    Na última ocupação estudantil deste ano no campus da UNIFESP de Garulhos, após dada a ordem de reintegração de posse para a universidade, os alunos resolveram filmar a retirada dos estudantes pela polícia, e transmitir ao vivo via TwitCam, onde várias pessoas assistem simultaneamente e ao vivo as imagens e sons de uma webcam. Outro confronto entre policia e estudantes durante um ato também foi filmado por estudantes e ganhou notoriedade nos meios de comunicação, que antes não haviam veículado muitas notícias sobre isso.

    Neste caso os estudantes usaram a internet como estratégia, como recurso político. Quanto menos algo aparece na mídia, quanto menos imagens, informações, menor é seu alcance, menos chance ele tem de chegar até as outras pessoas. A internet pelo caráter de rede possibilita que a informação possa chegar a um numero maior de pessoas.

    mariana harrison ferreira

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